Nada dura para sempre. Tudo muda. Reinos caem, novos reinos surgem. Impérios se desfazem. A Camarilla tenta resistir a mudanças por mais de um século, mas mesmo assim, as rachaduras estão aparecendo. 

O Império Romano se estende do Nilo até a distante ilha da Bretanha. A África, onde outrora Cartago se erguia, é um dos celeiros do Império. A Ibéria com suas minas de ferro e prata é uma rica província, cuja importância pode ser vista pela quantidade de imperadores que saíram de lá, como Adriano e Trajano. A Gália, com seus vinhedos do sul e florestas do norte, e onde se ergue a futura e importante cidade de Parisii. A Bretanha, onde se erguia a Muralha de Adriano, separando-a dos selvagens pictos.

Ao norte e ao leste, a fronteira do Império corre ao longo do Rio Reno e do Rio Danúbio. De um lado, uma série de fortalezas e postos de vigília romanos; do outro, as terras das várias tribos bárbaras: dos saxões, alamanos, vândalos, na Germânia, aos godos e sármatas, nos Balcãs.

O lado oriental do Império é governado a partir de Constantinopla, e incluí a Grécia, a Dácia, a Trácia, a Ásia Menor, a Síria e o Egito, o outro celeiro imperial.

Além das fronteiras orientais está o Império Persa, o principal inimigo de Roma.

Roma ainda não sabe, mas seu Império caminha para a destruição.

Roma Tenebras

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